O CLÃ
RECRIAÇÃO HISTORICA e MEDIEVAL
A exploração Romana de Tresminas foi iniciada durante o reinado de
Augusto (27a.C. - 14d.C.), prolongando-se até à segunda metade do séc.
II, tendo a sua exploração regular cessado na época de Sétimo Severo. A
exploração terá sido feita pelo sistema de cortas a céu aberto,
originando as crateras de grandes dimensões que, até hoje, testemunham
na paisagem o esforço humano ali empreendido. Segundo Alarcão (1988),
«tais desmontes só podem ter sido feitos por grandes grupos de
operários, cuja contratação e vigilância ultrapassava a capacidade
administrativa e financeira de um particular ou de uma pequena sociedade
empresarial (…) e parecem ter exigido uma média de 2000 trabalhadores
trabalhando diariamente durante 200 anos». Existem três cortas de
exploração: a Corta de Covas, a Corta de Ribeirinha e a Corta de
Lagoinhos, sendo as duas primeiras de dimensões consideravelmente
superiores, atingindo profundidades da ordem dos 100 m. Transversalmente
à orientação do filão, foram abertas as várias galerias, entre as
quais: Galeria do Pilar, Galeria do Texugo, Galeria dos Alargamentos,
Galeria dos Morcegos e Galeria do Buraco Seco. Este complexo sistema de
galerias permanece, na maioria dos casos, passível de ser visitada.
Destinava-se ao transporte de materiais e ao escoamento das águas para
drenagem das cortas, razão pela qual se verifica sempre declive em
relação à abertura, à superfície. Crê-se que parte do trabalho de
tratamento de minérios decorresse igualmente no interior das galerias. O
abastecimento de água era canalizado por meio de aquedutos, a partir do
Rio Tinhela e da Ribeira da Fraga, localizados a montante. Foram, já,
identificadas duas barragens romanas na área envolvente à povoação de
Tinhela de Baixo. A antiguidade da presença humana naquela zona é
reforçada pela existência de pontes e estradas caracteristicamente
romanas, bem como pela existência de castros mineiros (destacando-se,
como exemplo, o Castro de Cidadelha de Jales, recentemente incluído numa
candidatura galaico-portuguesa a Património da Humanidade).
Tresminas é uma freguesia portuguesa do concelho de Vila Pouca de Aguiar, com 55,85 km² de área e 415 habitantes (2011) (densidade: 7,4 hab/km²), situada na Serra da Padrela, 15 km a leste da sede do concelho.
Inclui no seu território os seguintes lugares: Covas, Filhagosa, Granja, Revel, Ribeirinha, Sevivas, Tresminas, Vales e Vilarelho.
O padroeiro da freguesia é São Miguel. A festa em sua honra festeja-se no dia 29 de Setembro.
Lugares a visitar: Igreja Romana de Tresminas e Minas Romanas da Ribeirinha e Covas.
Inclui no seu território os seguintes lugares: Covas, Filhagosa, Granja, Revel, Ribeirinha, Sevivas, Tresminas, Vales e Vilarelho.
O padroeiro da freguesia é São Miguel. A festa em sua honra festeja-se no dia 29 de Setembro.
Lugares a visitar: Igreja Romana de Tresminas e Minas Romanas da Ribeirinha e Covas.
Réplica de máquina romana de extração mineira construida em Tresminas
ARCO LONG BOW INGLÊS
PONTAS EN CORNO DE BOI
ARCO LONG BOW INGLÊS DE 55# A 30" MADEIRA DE TEIXO DE 72" IDEAL PARA RECRIAÇÃO HISTÓRICA.
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